
Eu achei que passaria direto para o cap 4 e 5. Mas resolvi terminar com um pouco de duvida xD.
Desculpem por ter parado as postagens massss por alguns movitos pessoais e falta de inspiração eu parei, mas to de volta e prometo postar com frequencia.
Ai vai... espero que gostem.
Alex – O que é mais importante para mim? – Disse abaixando a cabeça.
Incarna – Você precisa mesmo dessa resposta? Lembre-se do seu passado... O por que do seu pai ter jogado tudo para o alto.
Alex – ISSO NÃO ME INTERESSA MAIS! – Berrou com uma expressão de quem não queria tocar naquele assunto.
Seu braço direito começou a tremer, seus ossos pareciam agitados, querendo saltar da própria pele. As palavras de socorro vindo daquela caixa o estavam seduzindo, suas garras se esticaram a partir das unhas.
Alex – È só isso que eu devo sacrificar? ENTAO QUE SEJA! – Uma aura roxa brilhou em seus pés, e com uma investida, que só podia ser vista como um borrão ele acertou a corrente que aprisiona o ser dentro do caixote.
Poucos segundos antes do lacre ser acertado, a voz de sua Irma ecoou no aposento como um choro.
Lilith – NÃO! NÃO FAÇA!
Mas já era tarde, as pesadas correntes começaram a cair abrindo buracos no chão de mármore. A porta não se abriu, o silencio pairou ali por alguns segundos, nada havia acontecido.
Incarna – Pobre tolo, não sabe o tamanho do erro que aca...de...eter... – Disse seu Incarna se desfazendo em uma fumaça acinzentada.
Com um rangido baixo e agudo, a porta começo a se abrir, Alex assustado começou a se afastar, uma expressão de medo, incerteza estava marcada a fogo em seu rosto. O mesmo brilho roxo que havia aparecido nos pés de Alex antes, emanavam da caixa, e com um baque a porta saiu voando e passou raspando e levando um pedaço de sua bochecha. Não havia nada dentro, alem de uma densa fumaça.
O irmão levantou-se lentamente.
Alex – Era só isso? – Pensava... mas teve seu pensamento destruído pelo que começou a acontecer.
Aquela sombra densa que estava ali começou a tomar forma, parecia ter sua altura, mas não podia ser detalhada, era somente negra. Alguma coisa estava diferente, suas garras estavam maiores, haviam vários pares de asas negras, emplumadas. Lentamente a sombra mostrou pequenos olhos vermelho vivo que se abriam junto com um sorriso. Suas mandíbulas pingavam o que parecia ser a própria fumaça, porem ao tocar o chão, ela o corroia como se fosse ácido. Ela se aproximou a passos rápidos.
Alex – O que diabos é você ? – Disse desesperado, e como uma criança acuada tentando correr para o canto mais próximo sem nem tentar levantar.
Sombra – È estranho ouvir a palavra diabo vindo de alguém como você. – A voz era esganiçada, parecia de uma pessoa muito velha e fraca.
Sombra – Eu sou o seu futuro, eu sou o seu passado, eu sou aquele que vai fazer chover sangue no SEU mundo. Aquele que vai lhe dar o poder de ELIMINAR suas fraquezas. Fazê-lo ascender ao lugar onde devia estar desde o inicio! No TOPO DA FAMILIA! Quando for capaz de dominar sua verdadeira forma, nem mesmo sua querida amada vai conseguir lhe parar... E QUE COMECE OS JOGOS!
O corpo de sombras começou a se dissipar e a envolver Alex, mas não o tocavam.
Alex – ESPERA! PARA! – Gritava desesperado, pois nada podia ver ou ouvir.
A mesma voz de antes falou, mas dessa vez parecia vir de todos os lados.
‘’Que o caminho para o inferno seja aberto, E que o mal uma vez selado se erga novamente! Que os céus se tornem Fogo! E a água vire sangue! QUE TODOS OS SEUS INIMIGOS TREMAM PERANTE SEU NOVO PODER!’’
Ao termino da frase, aquela fumaça que o envolvia o atacou, entrando por seus poros, por sua boca, seus olhos, lutar era inútil.
No pequeno aposento onde Alex havia realizado o ritual, seu corpo se contorcia, e ele gritava, pedia por ajuda.Sua irmã desesperada tentava usar sua mágica para o curar, mas ele não estava ferido.
Lilith – Acorda! Acorda! Acorda, acorda... por favor... acorda... – Chorava em cima do corpo do seu amado.
Tudo parecia acabado, Lilith não sabia ao certo o que havia acontecido. Em uma fração de segundo ela estava sendo prensada contra a parede pelo próprio irmão, a parede atrás dela em formato do próprio corpo. A mão daquele que a segundo atrás estava deitado agora segurava seu pescoço, a pele podia ser vista sendo rasgada.
Lilith – O...que... – Disse engasgando.
Dois pares de asas agora estavam nas costas de Alex, seu ante-braço adquiriu uma crosta avermelha com alguns espinhos que mais pareciam ossos, suas garras entravam no pescoço de sua Irmã. Sua mandíbula estava maior e seus dentes pontiagudos pingando uma saliva verde. Seus olhos brilhavam em um vermelho vinho, sem brilho.
Alex – Morra... – Disse atravessando a mão livre no peito de Lilith.
Incarna – Você precisa mesmo dessa resposta? Lembre-se do seu passado... O por que do seu pai ter jogado tudo para o alto.
Alex – ISSO NÃO ME INTERESSA MAIS! – Berrou com uma expressão de quem não queria tocar naquele assunto.
Seu braço direito começou a tremer, seus ossos pareciam agitados, querendo saltar da própria pele. As palavras de socorro vindo daquela caixa o estavam seduzindo, suas garras se esticaram a partir das unhas.
Alex – È só isso que eu devo sacrificar? ENTAO QUE SEJA! – Uma aura roxa brilhou em seus pés, e com uma investida, que só podia ser vista como um borrão ele acertou a corrente que aprisiona o ser dentro do caixote.
Poucos segundos antes do lacre ser acertado, a voz de sua Irma ecoou no aposento como um choro.
Lilith – NÃO! NÃO FAÇA!
Mas já era tarde, as pesadas correntes começaram a cair abrindo buracos no chão de mármore. A porta não se abriu, o silencio pairou ali por alguns segundos, nada havia acontecido.
Incarna – Pobre tolo, não sabe o tamanho do erro que aca...de...eter... – Disse seu Incarna se desfazendo em uma fumaça acinzentada.
Com um rangido baixo e agudo, a porta começo a se abrir, Alex assustado começou a se afastar, uma expressão de medo, incerteza estava marcada a fogo em seu rosto. O mesmo brilho roxo que havia aparecido nos pés de Alex antes, emanavam da caixa, e com um baque a porta saiu voando e passou raspando e levando um pedaço de sua bochecha. Não havia nada dentro, alem de uma densa fumaça.
O irmão levantou-se lentamente.
Alex – Era só isso? – Pensava... mas teve seu pensamento destruído pelo que começou a acontecer.
Aquela sombra densa que estava ali começou a tomar forma, parecia ter sua altura, mas não podia ser detalhada, era somente negra. Alguma coisa estava diferente, suas garras estavam maiores, haviam vários pares de asas negras, emplumadas. Lentamente a sombra mostrou pequenos olhos vermelho vivo que se abriam junto com um sorriso. Suas mandíbulas pingavam o que parecia ser a própria fumaça, porem ao tocar o chão, ela o corroia como se fosse ácido. Ela se aproximou a passos rápidos.
Alex – O que diabos é você ? – Disse desesperado, e como uma criança acuada tentando correr para o canto mais próximo sem nem tentar levantar.
Sombra – È estranho ouvir a palavra diabo vindo de alguém como você. – A voz era esganiçada, parecia de uma pessoa muito velha e fraca.
Sombra – Eu sou o seu futuro, eu sou o seu passado, eu sou aquele que vai fazer chover sangue no SEU mundo. Aquele que vai lhe dar o poder de ELIMINAR suas fraquezas. Fazê-lo ascender ao lugar onde devia estar desde o inicio! No TOPO DA FAMILIA! Quando for capaz de dominar sua verdadeira forma, nem mesmo sua querida amada vai conseguir lhe parar... E QUE COMECE OS JOGOS!
O corpo de sombras começou a se dissipar e a envolver Alex, mas não o tocavam.
Alex – ESPERA! PARA! – Gritava desesperado, pois nada podia ver ou ouvir.
A mesma voz de antes falou, mas dessa vez parecia vir de todos os lados.
‘’Que o caminho para o inferno seja aberto, E que o mal uma vez selado se erga novamente! Que os céus se tornem Fogo! E a água vire sangue! QUE TODOS OS SEUS INIMIGOS TREMAM PERANTE SEU NOVO PODER!’’
Ao termino da frase, aquela fumaça que o envolvia o atacou, entrando por seus poros, por sua boca, seus olhos, lutar era inútil.
No pequeno aposento onde Alex havia realizado o ritual, seu corpo se contorcia, e ele gritava, pedia por ajuda.Sua irmã desesperada tentava usar sua mágica para o curar, mas ele não estava ferido.
Lilith – Acorda! Acorda! Acorda, acorda... por favor... acorda... – Chorava em cima do corpo do seu amado.
Tudo parecia acabado, Lilith não sabia ao certo o que havia acontecido. Em uma fração de segundo ela estava sendo prensada contra a parede pelo próprio irmão, a parede atrás dela em formato do próprio corpo. A mão daquele que a segundo atrás estava deitado agora segurava seu pescoço, a pele podia ser vista sendo rasgada.
Lilith – O...que... – Disse engasgando.
Dois pares de asas agora estavam nas costas de Alex, seu ante-braço adquiriu uma crosta avermelha com alguns espinhos que mais pareciam ossos, suas garras entravam no pescoço de sua Irmã. Sua mandíbula estava maior e seus dentes pontiagudos pingando uma saliva verde. Seus olhos brilhavam em um vermelho vinho, sem brilho.
Alex – Morra... – Disse atravessando a mão livre no peito de Lilith.





