
Desenho feito pelo Luis Caponi \o sempre ajudando ai com o blog :D. Desculpem a demora pra postar mas tava sem tempo. To postando agora a parte 2, depois ja vai vir os cap 4 e 5. Minha opiniao pessoal é q o cap fico meio tosco =P MAS CABE A VOCES DECIDIREM \o/
A boca e nariz de Ludimila sangraram muito, estava indefesa. Depois de vários socos no rosto, sua adversária lhe deu a chance de falar.
Lilith – Comece falando o que ele queria com você!
Ludimila – Por que todo esse desespero, chifrudinha? Está com ciúmes do irmãozinho ? – Disse rindo, mostrando dentes vermelhos pelo seu próprio sangue.
Lilith – DIGA O QUE ERA AQUELE LIVRO! – gritou após socar Ludimila na face novamente.
Ludimila – Você não deveria estar aqui...
Lilith – Maldita... – Ela não conseguia se segurar, estava sendo tratada como uma criança por seu irmão e aquela maldita Luxuriosa, mesmo com ela sendo surrada. Sem perdão, ela voltou a urrar sua adversária varias e varias vezes.
Ludimila – Ele vai desistir...hehe... ele vai desistir. E no fim, quem vai perder tudo é você.
Lilith – O que você quer dizer?
Ludimila – ‘’Por poder, qualquer coisa’’. Essas são as falas dele. Você deveria estar em casa a essa hora, TALVEZ não seja tarde ainda.
Lilith arregalou os olhos, não sabia o que seu irmão iria fazer, mas iria impedi-lo. Saiu correndo pela porta e desceu as escadas o mais rápido que podia. Enquanto isso, Alex em casa preparava-se para o maior erro da sua vida.
Ele estava no porão. O lugar não tinha mobília alguma, somente duas luzes muito fracas mostravam um chão empoeirado, e paredes de pedra em uma pequena sala 10x10. Algumas marcas podiam ser vistas nas paredes, pareciam ser arranhados. Em cantos, uma crosta vermelho vinho mostrava o que parecia ser sangue seco.
Alex colocou o livro de lado, estava com uma faca em sua cinta e um amuleto prateado que parecia uma estrela de Davi em seu pescoço. Ele puxou a faca da cinta, e a passou suavemente em sua mão, fazendo um corte pequeno mas profundo. Começou a desenhar o mesmo pentagrama da corrente no chão com seu sangue, arrebentou a corrente e ao coloca-la no centro do pentagrama, a mesma pegou fogo.
Alex – ‘’Queime aquilo que mais temo perder, e me de o que mais preciso’’ – Sussurrou em latim.
Ao terminar a frase, a porta do porão se escancarou. Lilith entrou correndo mas seu irmão estava no chão, inconciente. Ela se aproximou dele e ajoelhou-se, agarrou seus ombros com força e começou a sacudi-lo.
Lilith – ACORDA! ALEX!! – Gritava enquanto lagrimas caiam no rosto de seu irmão.
Lilith pegou o livro, e leu a ultima frase. ‘’O ritual acaba, quando o usuário encontrar o que procura’’. Ela olhou para seu irmão sem saber o que fazer ou o que exatamente estava acontecendo, só lhe restava esperar.
Estava escuro, nao sabia onde estava. Parecia estar flutuando, mas estava pisando em algo sólido. Ao dar um passo, milhares de velas presas as paredes a metros de distancia de si acenderam, todas queimavam um fogo de cor negra e davam caminho a uma escada no fim da sala. No chão, diversos ladrilhos preto e branco davam a sala um tom psicodélico.
Alex – Tem alguém ai? – Perguntou, mas tudo que ouviu foi sua voz ecoando na sala e na escada.
Analisou um pouco mais a sala esperando encontrar alguma coisa, mas foi tudo em vão. Só lhe restava seguir até a escada. Andou por alguns minutos que mais pareciam anos. Ao se aproximar da escada, mais velas negras acenderam dando vista a uma escada estreita em espiral. Respirando fundo, começou a descer, de vez em quando pulava alguns degraus com o pensamento de que odiava esperar. Após alguns minutos de mais e mais escadas, chegou em outra sala que, seria idêntica a primeira se não fosse por um tipo de caixa preso a parede no espaço em que devia haver uma escada. Mais velas se acenderam, e cada passo que dava ecoava na sala. Foi se aproximando, não conseguia enxergar detalhes ainda até que uma voz o fez pular de susto.
Voz – Não avance mais Alexander Levhiatan.
Alex se virou bruscamente e ficou boquiaberto com que estava vendo, uma cópia de si mesmo, um outro Alex.
Voz – Não se assuste desse jeito, não faz o nosso estilo. Me chame de Incarna. – Respondeu o outro Alex com uma expressão séria.
Alex – O que é você? – Disse com um aperto no peito, começando a se arrepender de estar ali.
Incarna – Eu deveria aceitar isso como uma ofensa, você aceitaria! – Respondeu em risos, logo após mudar para uma expressão séria.
Incarna – Você não deveria estar aqui, este é um lugar restrito a todos. Até mesmo a você.
Alex – E que lugar seria esse? – Disse analisando tudo a sua volta, mas o que realmente lhe chamava atenção era a caixa presa a parede. Pelo tamanho da mesma, poderia prender ali duas pessoas grandes.
Incarna – Eu sei o que você quer aqui. E o que você quer está nessa sala. – Disse ainda com a expressão seria. Era sua obrigação evitar que o verdadeiro Alex se prejudicasse.
Alex – Está naquela caixa não é? Eu vou abri-la. E você não ouse me impedir. – Estava determinado, porem com medo. Não sabia o que viria. Começou a andar a passos largos mas a voz do seu Incarna o fez parar.
Incarna – Você está mesmo disposto a sacrificar tudo, por poder? Eu sei o que é mais importante para você. E sei que se você abrir aquela caixa, você vai estar jogando tudo fora.
Alex – Eu preciso disso. Mas antes você vai me explicar o que é tudo isso. – Disse virando-se novamente.
Incarna – Isso Alex é a sua consciência. Mesmo demônios ainda possuem um pedaço de sua alma mortal. A única diferença é que nós possuímos um tipo de instinto que nos guia, e esse instinto alimenta nossa alma. Você, precisa corromper as pessoas por prazer carnal, drogas ou outros tipos de vicio. Existem demônios que precisam matar, outros simplesmente demonstrar sua fúria, como sua irmã. Alguns precisam somente acumular poder, mas todos tem uma coisa em comum. Todos possuem uma fraqueza. E a sua fraqueza Alex, você é o único demônio capaz de sentir amor. Assim como é o único capaz de sentir um ódio tão mortal que faria qualquer inimigo tremer de medo. Eu, Alexander sou a parte de você que é consciente, que toma as decisões baseadas na razão.
A fala do Incarna foi interrompida, Alex percebia seus lábios se mexendo mas nenhum som era produzido. Ao virar o rosto, notou que um som muito baixo vinha da caixa ao fim da sala. Uma voz.
Voz – Me ajude.. Por favor... me liberte... ME LIBERTE! – A voz ecoou pela sala como um raio e fez a cabeça de Alex doer. Sentiu como se estivesse sendo fitado por olhos que não estavam ali. Não conseguia respirar, alguma coisa não estava certa.
Incarna – Aquele é o poder que você procura. Isso não é importante, a questão que realmente importa é: O que está dentro daquilo? E... Você está mesmo disposto a sacrificar, o que lhe é mais importante para descobrir?
Não podia falhar ali, o que iria fazer? Abrir a caixa ou ouvir o conselho de seu Incarna e... Desistir.
Lilith – Comece falando o que ele queria com você!
Ludimila – Por que todo esse desespero, chifrudinha? Está com ciúmes do irmãozinho ? – Disse rindo, mostrando dentes vermelhos pelo seu próprio sangue.
Lilith – DIGA O QUE ERA AQUELE LIVRO! – gritou após socar Ludimila na face novamente.
Ludimila – Você não deveria estar aqui...
Lilith – Maldita... – Ela não conseguia se segurar, estava sendo tratada como uma criança por seu irmão e aquela maldita Luxuriosa, mesmo com ela sendo surrada. Sem perdão, ela voltou a urrar sua adversária varias e varias vezes.
Ludimila – Ele vai desistir...hehe... ele vai desistir. E no fim, quem vai perder tudo é você.
Lilith – O que você quer dizer?
Ludimila – ‘’Por poder, qualquer coisa’’. Essas são as falas dele. Você deveria estar em casa a essa hora, TALVEZ não seja tarde ainda.
Lilith arregalou os olhos, não sabia o que seu irmão iria fazer, mas iria impedi-lo. Saiu correndo pela porta e desceu as escadas o mais rápido que podia. Enquanto isso, Alex em casa preparava-se para o maior erro da sua vida.
Ele estava no porão. O lugar não tinha mobília alguma, somente duas luzes muito fracas mostravam um chão empoeirado, e paredes de pedra em uma pequena sala 10x10. Algumas marcas podiam ser vistas nas paredes, pareciam ser arranhados. Em cantos, uma crosta vermelho vinho mostrava o que parecia ser sangue seco.
Alex colocou o livro de lado, estava com uma faca em sua cinta e um amuleto prateado que parecia uma estrela de Davi em seu pescoço. Ele puxou a faca da cinta, e a passou suavemente em sua mão, fazendo um corte pequeno mas profundo. Começou a desenhar o mesmo pentagrama da corrente no chão com seu sangue, arrebentou a corrente e ao coloca-la no centro do pentagrama, a mesma pegou fogo.
Alex – ‘’Queime aquilo que mais temo perder, e me de o que mais preciso’’ – Sussurrou em latim.
Ao terminar a frase, a porta do porão se escancarou. Lilith entrou correndo mas seu irmão estava no chão, inconciente. Ela se aproximou dele e ajoelhou-se, agarrou seus ombros com força e começou a sacudi-lo.
Lilith – ACORDA! ALEX!! – Gritava enquanto lagrimas caiam no rosto de seu irmão.
Lilith pegou o livro, e leu a ultima frase. ‘’O ritual acaba, quando o usuário encontrar o que procura’’. Ela olhou para seu irmão sem saber o que fazer ou o que exatamente estava acontecendo, só lhe restava esperar.
Estava escuro, nao sabia onde estava. Parecia estar flutuando, mas estava pisando em algo sólido. Ao dar um passo, milhares de velas presas as paredes a metros de distancia de si acenderam, todas queimavam um fogo de cor negra e davam caminho a uma escada no fim da sala. No chão, diversos ladrilhos preto e branco davam a sala um tom psicodélico.
Alex – Tem alguém ai? – Perguntou, mas tudo que ouviu foi sua voz ecoando na sala e na escada.
Analisou um pouco mais a sala esperando encontrar alguma coisa, mas foi tudo em vão. Só lhe restava seguir até a escada. Andou por alguns minutos que mais pareciam anos. Ao se aproximar da escada, mais velas negras acenderam dando vista a uma escada estreita em espiral. Respirando fundo, começou a descer, de vez em quando pulava alguns degraus com o pensamento de que odiava esperar. Após alguns minutos de mais e mais escadas, chegou em outra sala que, seria idêntica a primeira se não fosse por um tipo de caixa preso a parede no espaço em que devia haver uma escada. Mais velas se acenderam, e cada passo que dava ecoava na sala. Foi se aproximando, não conseguia enxergar detalhes ainda até que uma voz o fez pular de susto.
Voz – Não avance mais Alexander Levhiatan.
Alex se virou bruscamente e ficou boquiaberto com que estava vendo, uma cópia de si mesmo, um outro Alex.
Voz – Não se assuste desse jeito, não faz o nosso estilo. Me chame de Incarna. – Respondeu o outro Alex com uma expressão séria.
Alex – O que é você? – Disse com um aperto no peito, começando a se arrepender de estar ali.
Incarna – Eu deveria aceitar isso como uma ofensa, você aceitaria! – Respondeu em risos, logo após mudar para uma expressão séria.
Incarna – Você não deveria estar aqui, este é um lugar restrito a todos. Até mesmo a você.
Alex – E que lugar seria esse? – Disse analisando tudo a sua volta, mas o que realmente lhe chamava atenção era a caixa presa a parede. Pelo tamanho da mesma, poderia prender ali duas pessoas grandes.
Incarna – Eu sei o que você quer aqui. E o que você quer está nessa sala. – Disse ainda com a expressão seria. Era sua obrigação evitar que o verdadeiro Alex se prejudicasse.
Alex – Está naquela caixa não é? Eu vou abri-la. E você não ouse me impedir. – Estava determinado, porem com medo. Não sabia o que viria. Começou a andar a passos largos mas a voz do seu Incarna o fez parar.
Incarna – Você está mesmo disposto a sacrificar tudo, por poder? Eu sei o que é mais importante para você. E sei que se você abrir aquela caixa, você vai estar jogando tudo fora.
Alex – Eu preciso disso. Mas antes você vai me explicar o que é tudo isso. – Disse virando-se novamente.
Incarna – Isso Alex é a sua consciência. Mesmo demônios ainda possuem um pedaço de sua alma mortal. A única diferença é que nós possuímos um tipo de instinto que nos guia, e esse instinto alimenta nossa alma. Você, precisa corromper as pessoas por prazer carnal, drogas ou outros tipos de vicio. Existem demônios que precisam matar, outros simplesmente demonstrar sua fúria, como sua irmã. Alguns precisam somente acumular poder, mas todos tem uma coisa em comum. Todos possuem uma fraqueza. E a sua fraqueza Alex, você é o único demônio capaz de sentir amor. Assim como é o único capaz de sentir um ódio tão mortal que faria qualquer inimigo tremer de medo. Eu, Alexander sou a parte de você que é consciente, que toma as decisões baseadas na razão.
A fala do Incarna foi interrompida, Alex percebia seus lábios se mexendo mas nenhum som era produzido. Ao virar o rosto, notou que um som muito baixo vinha da caixa ao fim da sala. Uma voz.
Voz – Me ajude.. Por favor... me liberte... ME LIBERTE! – A voz ecoou pela sala como um raio e fez a cabeça de Alex doer. Sentiu como se estivesse sendo fitado por olhos que não estavam ali. Não conseguia respirar, alguma coisa não estava certa.
Incarna – Aquele é o poder que você procura. Isso não é importante, a questão que realmente importa é: O que está dentro daquilo? E... Você está mesmo disposto a sacrificar, o que lhe é mais importante para descobrir?
Não podia falhar ali, o que iria fazer? Abrir a caixa ou ouvir o conselho de seu Incarna e... Desistir.