segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Cap 3. Eu tenho duas almas? PARTE 1

Demorou mais veio! Essa é a primeira parte pq ele ficou grandinho, acho que todo mundo vai gostar do final saiuhasiuashuasihiasas. Peço desculpas pela falta de detalhes! Mas devo salientar que os lugares por onde eles passaram nesse cap nao serão importantes a historia :D mas mesmo assim ACHO que fiz um bom trabalho ;). Sem mais inrolação, vamos a historia \o.


Cap 3. Eu tenho duas almas?

Lilith se levantou e enrolou seu corpo na coberta cor de vinho, estava meio atordoada ainda. Saiu do quarto e começou a descer as escadas em espirais procurando por seu irmão.

Lilith – Alex, onde você ta?

Desceu mais um lance de escadas e chegou ao térreo. Viu que uma luz estava acesa no escritório. Foi chegando lentamente até a porta e notou que ele falava com alguém ao telefone. Parou na porta e se esforçou para ouvir o que ele dizia.

Alex – Eu sei disso... Mas é importante. Nós precisamos conversar e precisa ser hoje! Nós já perdemos duas jóias!

Ele desligou o celular na cara da pessoa com quem conversava. Lilith bateu a porta e entrou devagar.

Alex – Acordou pelo visto. – Falando secamente.
Lilith – Você está bravo por que eu fui te ajudar? – Falava em um tom de voz fraco, quase triste.
Alex – È claro que sim! Você não tem idéia de quem são aquelas pessoas. Especialmente Diego Cavalera.
Lilith – Então por que você não me conta? – Disse tentando desafiá-lo.
Alex – Você ainda é muito fraca. Não quero você se metendo em encrenca.

Ele foi até a mesa do computador e abriu a primeira gaveta, tirou um caderno marrom que parecia ter já seus cem anos. Foi folheando algumas paginas, Lilith percebeu que ele parou na pagina onde o nome começava com a letra L.

Alex – Eu tenho um assunto a resolver. A casa é sua, mas não saia dela. – Disse abrindo a segunda gaveta e pegando uma chave.

Ele passou por sua irmã que estava com a cabeça baixa, nem mesmo se despediu. Ao passar pela porta ela disse.

Lilith – Eu estava acordada quando você me beijou.

Ele parou por alguns instantes, não sabia se era medo que tomava todo o seu corpo, seus olhos se arregalaram, mas não podiam ser vistos por ela.

Alex – Eu devo me manter forte. – Pensou.

Sem dizer nada ele continuou a andar.Quando Lilith ouviu a porta da frente batendo ela correu até a escrivaninha e pegou o caderno. A primeira coisa que viu foi o nome Ludimila e um endereço do lado. Rua Paraná, 2132, AP 1001.

Lilith – Você devia ser mais cuidadoso com suas coisas ! – Disse sorrindo sarcasticamente.
Lilith – Bom, eu sei que o outro carro está destruído. Mas se ele tirou uma chave daqui então deve ter outros carros na garagem.

Ela tentou abrir uma das gavetas, mas para a sua surpresa elas nem mesmo se mexeram. Puxava com toda a força mas sem sucesso.
Lilith – AQUELE INFELIZ! Ele trancou tudo com um feitiço de trava. Sorte que ele não tinha guardado o caderno.

Ela pegou seu celular e ligou para um moto taxi. Saiu correndo para o quarto para se trocar. Vestiu uma calça jeans preta e um top preto também. Abriu o guarda roupa do seu irmão tirando um de seus casacos e o pegou. Alguns minutos e o taxi havia chegado. Ela saiu pelo enorme terreno e lhe falou o endereço. A rua estava um caos na cidade, vários carros parados em postos de gasolina ou mesmo no meio da rua com musicas altas e pessoas bebendo e dançando.

Alex – Ninguém trabalha nessa cidade? – Perguntou baixinho a si mesma.

Após alguns minutos, havia chegado ao endereço. Um enorme prédio azul marinho com detalhes em branco que pareciam cobras descendo por ele. Ela saiu da moto e pagou o homem.

Lilith – Não posso ser vista entrando.

Ela andou alguns metros, e simplesmente se encostou em umas das paredes que protegiam o prédio. Concentrou-se por alguns segundos. E como se a parede não estivesse ali, ela simplesmente a atravessou! O pátio era enorme, o caminho que dava a porta central tinha um enorme tapete avermelhado, em volta muita grava dava espaço a um jardim que seria belo, se todas as plantas não estivessem mortas. Uma porta de ferro a sua direita trazia uma placa com a palavra ESCADA.

Lilith – Acho que é mais seguro.

Ela abriu a porta de ferro e subiu até o primeiro andar, cada corredor tinha entrada para quatro enormes portas de madeira, acima de cada uma delas havia um numero. 101, 102, 103 e 104.

Lilith – Só o que me falta ser no décimo andar. – Disse ficando estressada.

Ela subiu de andar em andar, até chegar ao décimo onde estava o AP 1001. Mal colocou os pés no corredor e já podia ouvir a conversa. Duas vozes conhecidas.

Alex – Eu preciso dar um jeito nisso.
Ludimila – E o que você espera que eu faça?
Alex – VOCÊ trabalha diretamente para ELE! – Uma raiva estava prestes a tomar seu corpo.
Ludimila – Exatamente, isso significa não dividir informações importantes!
Alex – Você sabe de informações importantes sobre o meu plano, tenho todo o direito de ter esse favor retribuído.
Ludimila – É... – Disse abaixando o tom de voz.

Lilith foi se aproximando da porta.

Ludimila – Pegue este livro, mas tome muito cuidado. O poder que reside dentro dele é uma coisa que você não pode controlar. E principalmente uma coisa que demônios como você não deveriam mexer.

Alex – Por poder? Qualquer coisa. – Disse em tom sarcástico.

Sua irma ouviu o barulho de uma chave rodando para abrir a porta.

Lilith – Merda! – disse olhando para os lados procurando uma solução
Lilith – O Alex odeia esperar, ele não vai querer usar o elevador.

Ela saiu correndo para as escadas e subiu mais um lance onde não podia ser vista. Alguns segundos depois a porta de ferro bateu. Ela se sentiu segura para descer. Voltou ao corredor e bateu na porta do AP 1001. A porta se abriu lentamente.

Ludimila – Alex o que voc... – Dizia antes de ser interrompida por um murro na face.

Ludimila recuou alguns passos batendo em uma mesa de mármore que estava atrás dela. O apartamento não era grande, logo na entrada uma enorme mesa de mármore para quatro pessoa ocupava praticamente todo o espaço em que seria a sala, uma porta ao lado da entrada dava espaço para uma pequena cozinha onde havia uma geladeira acinzentada e nada mais, nem mesmo um fogão. A frente, outra porta dava para um corredor onde pareciam ser os quartos, mas nada podia ser visto dali. Pinturas estavam pinduradas em todo o lugar, não dando espaço para TV ou aparelhos. Nem mesmo armários. Somente pinturas de pessoas nuas tanto homens quanto mulheres.

Lilith – SUA MALDITA! VOCÊ VAI ME DIZER TUDO O QUE VOCÊ SABE! – gritou ela agarrando Ludimila pela camisa e pela cintura, Lilith a ergueu sobre a cabeça e jogou em cima da mesa de mármore logo a sua frente, as pernas da mesa se dobraram e quebraram, uma dela rolou e bateu na porta fazendo com que a mesma se fechasse.

Lilith montou em cima de sua adversário e começou a socar a face da mesma.

TO BE CONTINUE

5 comentários:

  1. briga de mulher uhuuuulllll xD

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  2. aeew! bora pra mais um fight
    2 capetas brigando, puxadas de cabelo que nao serao =D

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  3. Oo, briga de mulher ja é legal, mais briga de mulheres demonio, melhor ainda ^^, tadinho do ap da ludmila dpois da briga, hsauasuashas

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  4. Briga de demonias O:O: assim q se fala??? S:
    ohasoaiushaosha' massaaa :P :@ kkkkkkkk'

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  5. o cacete vai rolar, ao inves de puxar cabelo, vão puxar chifre e rabo?

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