domingo, 13 de setembro de 2009

Capitulo II. Um passo de volta ao passado

Bom primeiro quero agradecer a todo mundo que anda acompanhando o blog. Segundo quero dizer q essa montagem eu peguei ja tem uns 2 anos na net, a atriz base é a Kristin Kreuk, pode até estar com alguns erros mas devo dizer que é exatamente assim que EU imagino a Lilith =X
Bom, pra finalizar, quero dizer que eu tentei ao maximo dar uma detalhada na casa do Alex ao qual vocês vao terq estar bem familiarizados até o final da historia.
Bom, ai vai o capitulo :D Espero que gostem do fight.

Capitulo II. Um passo de volta ao passado.

Mirando suas garras na arma que o adversário carregava, Alex avançou desferindo um ataque direto, seu adversário assustado com a investida recuou um passo e atirou, em vão. Sua arma havia sido cortada ao meio, e seu rosto havia sido ferido pela continuidade do ataque, estava agora ao lado de Alex. Largou a arma e cerrou os punhos, alguma coisa havia mudado nele, como se uma energia estivesse emanando de sua pele pálida. Alex se virou com a intenção de acerta-lo no rosto com a garra, era tarde, com um golpe rápido Diego chutou seu oponente no rim. A principio nada parecia ter acontecido, mas o impacto fora tamanho que Alex voou alguns metros acertando o seu próprio carro amassando completamente a porta do passageiro.
Ao tentar se levantar, foi impedido por outra pancada em seu rosto, amassando ainda mais o carro e fazendo sangue jorrar de sua boca. Chutou seu adversário no peito fazendo-o recuar alguns passos, olhou para a esquerda onde notou uma placa de PARE, segurou o ferro com as duas mãos e o arrancou do chão com um pedaço de pedra e terra junto. Rodando a placa por cima da cabeça esperou o exato momento em que seu inimigo levantou e o acertou no rosto do lado contrario ao da ferida anterior. Um som de ferro se chocando contra ferro ecoou pela rua e Diego caiu novamente rolando por vários metros. Usando a barra sobre a cabeça, Alex pula e tenta acertar Diego com um golpe de misericórdia, e impacto é tão forte que abre uma rachadura na calçada, porem erra seu alvo, Diego em pé, pisa com a perna esquerda na barra e usa a direita para chutar o maxilar do seu inimigo que solta a barra.

Diego – Vamos dar um pequeno vôo! – Disse Diego descendo da barra e segurando Alex pela mandíbula, ele mirou onde estavam Ludimila e Lilith, e usando sua força sobrenatural o arremessou naquela direção.
Alex acertou a parede rachando-a, diversos tijolos caíram sobre ele e alguns sobre Ludimila e Lilith.

Tudo ficou escuro por um instante, estava tudo tão calmo... tão quieto... Até que se tocou do que havia acontecido e abriu os olhos espantados. Seu estava parado.Alex não conseguia mexer os braços, provavelmente quebrados.

Diego – Isso prova o quanto sou superior a você. – Disse arrumando sua roupa e limpando a poeira com uma serenidade que incomodava Alex.

Alex – Maldição... Maldição... – Sussurrava inconformado.

Diego – Diga-me meu caro amigo, quem é aquela pessoa que entrou na minha frente enquanto eu mirava em você? – Enquanto sorria, passou a língua nos lábios como se quisesse que aquilo acontecesse.

Alex – Você acha que sou inferior a você? – Sentia sua alma se corroer por dentro, queria pular no pescoço daquele infeliz e arrancar para si um pedaço.
Diego – Tudo aponta para o sim.
Alex – Por toda a eternidade, minha marca irá lhe atormentar. – Disse em auto e bom tom, como se lhe rogasse uma praga.
Diego – Você está delir... – Dizia ele quando seu sorriso sádico foi quebrado por uma expressão de dor.

A ferida no rosto de Diego começou a queimar, e a abrir como se uma faca continuasse a rasga-la. Fumaça saia das marcas e um liquido verde escorria da pele agora enegrecida de Diego. A dor era tão intensa que não resistiu, ajoelhou-se no chão e contorceu-se, era tudo que podia fazer.

Diego – MALDITO! O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO COMIGO!
Alex – Droga... não consigo me mexer... – Pensou enquanto forçava seus braços.

Estava voltando ao normal, seus dentes e garras recolhiam para dentro de sua pele.

Ludimila – ALEX! MAIS DELES!

Ao olhar para a porta do Hotel Central, viu que os problemas só aumentavam, da gigantesca porta de vidro diversos homens armados corriam em perfeita formação na direção onde estavam. Não poderia se defender contra todos eles.
Ludimila correu até Alex o agarrando por debaixo do braço, ambos correram até onde Lilith havia caído. Ludimila tocou os dois e começou a murmurar palavras em uma língua desconhecida, o ar em volta dela começou a se curvar até formar uma esfera de vácuo, raios avermelhados os rodeavam e com um barulho que mais parecia uma explosão. Eles sumiram.

Estavam de volta ao quarto de Alex, todos caídos em cantos diferentes. Ludimila abriu os olhos e olhou bem o aposento, não acreditava que havia conseguido se teleportar para aquele lugar, nunca havia estado ali. Olhou em volta, a sua frente, uma cadeira de ferro dava suporte a suas roupas, ao seu lado direito uma mesa de cabeceira marrom com varias gavetas e um abajur branco em cima, ao seu lado esquerdo um enorme guarda roupa embutido na parede ocupava boa parte do quarto. Nos cantos das paredes varias caixas de som ligavam-se a uma TV que estava presa a parte mais alta do quarto, bem no centro do mesmo. Logo ao lado da TV, uma porta que provavelmente levava ao banheiro estava entre aberta. Porém de tudo aquilo, o que mais chamava a atenção, era a espada em seu suporte em um canto remoto do quarto. Lembrou-se de tudo, de onde estava, o tiro que havia levado. Mas isso não a incomodava.


Alex – Finalmente acab... LILITH!

Espantado tentou se levantar, conseguindo se apoiar na parede. Sua irmã estava caída alguns metros de si em baixo do suporte de sua espada. Alex sentiu um alivio, até que mesmo desacordada ela tossiu sangue.

Ludimila – Não se mecha! Eu cuido dela.

Ludimila levantou-a e colocou de bruços sobre a cama, com um toque suave nas costas de Lilith, um brilho esverdeado emanava de sua mão. As feridas começaram a fechar lentamente.

Alex – Obrigado...
Ludimila – Não tem problema. Mas eu acho que mereço algumas respostas.
Alex – È justo. – Murmurou abaixando a cabeça, como se sentisse medo do passado.
Ludimila – Eu quero saber que tipos de laços você tem com ela...

Alex fechou os olhos e se concentrou por um instante, energia infernal começava a fluir por todo o seu corpo e seus ferimentos lentamente se curavam. Colocou a mão na testa e respirou fundo.

Alex – Eu e ela, não somos Demônios normais. Apesar de não parecer. Nossas almas foram trazidas ao inferno enquanto ainda éramos crianças, seis ao todo. Alucard era o mais velho. Cuidava de todos os outros, eu era o segundo, Lilith a mais nova de todos.

Alex – Não posso deixar que nada aconteça com ela. – Disse levando as duas mãos a cabeça.
Ludimila – Tudo bem, já chega. Vou deixar você. – Ela deu a volta na enorme cama e foi embora.

Alex olhava para a janela, a lua estava bonita naquela noite. Seu peito estava apertado, apesar de saber que sua irmã não corria riscos, havia uma coisa que ele queria retribuir. Virou-se e debruçou na cama, chegou perto do rosto dela, sua pele era tão linda, seus olhos. Continuou a se aproximar até que seus lábios se tocaram, era tão macio. Muito rapidamente ele se levantou dizendo para si mesmo que não permitiria que aquilo voltasse a acontecer. Mesmo que o sentimento que ficava dentro do seu peito implorasse com todas as forças para que fizesse o contrario. Contornou a cama e saiu do aposento. Lilith estava com os olhos abertos, ela estava acordada naquele momento, mas isso não durou muito, virou seu rosto e caiu em um sono profundo. Dentro da mente dela, lembranças perdidas de um passado distante estavam vindo à tona.


Estava tudo escuro, não havia luz ou som algum. Sentia a mão de alguém em sua boca, forçando para não gritar. Não sabia onde estavam, mas sentia vários tecidos batendo em seu ombro, todos pareciam estar pendurados em cima dela. Esticou a mão e sentiu a sua frente uma porta de madeira com pequenas brechas, tentou abri-la mas a mão que antes segurava sua boca apertou seu pulso com força a impedindo de abrir. Gritos podiam ser ouvidos do outro lado, alguma coisa estava acontecendo. Após alguns minutos na escuridão, os barulhos pararam. De forma brusca o armário se abriu, a luz invadiu o pequeno guarda roupa mostrando uma Lilith com a aparência de doze anos de idade, a sua frente havia uma criatura da qual ela nunca havia visto.
Seu corpo brilhava em um dourado incandescente, diversos pares de asas que mais pareciam tentáculos de água mexiam suavemente no ar, ao olhar para sua mão, Lilith notou uma espada muito parecida com a qual Alex tinha em seu quarto. Aquele ser ergueu a arma apontando-a para Lilith, e com um impulso iria atravessar-lhe o peito. Alguém desconhecido veio de trás dela, e parou na sua frente para receber o ataque. Não conseguia ver quem era, o semblante dourado a ofuscava e tudo que enxergava era uma sombra a sua frente.

Lilith acordou sentando imediatamente na cama, a luz que passava pela fresta da cortina ao seu lado direito batia diretamente em seus olhos.


Lilith – O que foi isso? – Disse olhando para suas próprias mãos que tremiam.

TO BE CONTINUE!


DESCULPEM OS ERROS ASIUHSAUIHSAIUASHUSAI

7 comentários:

  1. tadinho dele.....
    c arrebento todo, tbm ele tava desarmado..;)
    nenhuma espada por perto :P

    hsaushassahsa
    boa mateus

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  2. No carro (vide capitulo anterior) ele mesmo disse que nunca esta desarmado hehe.

    Boa luta, vamos ver os próximos capitulos.

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  3. asashsaiuhsauisah =X
    na mao de quem é foda até peido vira arma rapaz xD

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  4. o que ser ludmila?! outro capeta perdido no mundo?!

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  5. Ludimila é ELA! bom, eu detalhei só o fisico dela mas posso dizer que ela vai ter um papel importante no final da historia. Entao esperem :D

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  6. deve estar escrito pare na testa do cara ateh agora! =D

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  7. haha mto bom (:
    Curti msm ++
    Tadiinho :X (6)' kkkkkkkk

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