
O RETORNO DA IRMÃ!
Cap I. O Reencontro
Ela desceu do ônibus a passos largos carregando diversas malas pesadas de couro preto, não acreditava que estava voltando ali. Seus cabelos pretos brilhavam a luz da lua, seus olhos produziam um tom verde estonteante que fez os homens que desembarcavam junto a ela ficarem abobados.
Estava desapontada, sentia no fundo do coração que não devia estar ali, seu irmão morreu lutando para que ela não retornasse aquele lugar medíocre, uma cidade no interior do Paraná. Pegou o celular e começou a olhar na agenda, até que achou o nome que procurava, Alexander. Discou o numero, após alguns toques alguém atendeu.
Alexander – alo?
Lilith – Alex?
Alexander – Quem é?
Lilith – Sua irmã...
Alexander – O que? Aconteceu alguma coisa?
Lilith – Não... estou na rodoviária da cidade... preciso que venha me buscar...
Alexander – VOCÊ O QUE?
Lilith – Estou esperando... – desligando na cara de seu irmão.
Não devia ter vindo... muitos problemas antigos viriam a tona com isso. Ela cruzou o portão de embarque e desembarque,prestou atenção no estado precário do lugar, lajotas quebradas por todos os cantos, a pintura descascando, uma higiene horrível, parecia que o lugar não havia sido limpo a anos.Andou por alguns metros passando por diversas empresas e chegou ao outro lado da rodoviária. Sentou-se em um banco para esperar. Ao virar seu rosto viu um mendigo, usava vários trapos rasgados um em cima do outro, estava embrulhado em alguns jornais velhos e sujos. O coitado tremia de frio.
Uma buzina a assustou, ao desviar seu olhar viu um carro prateado parado a sua frente, não conseguia distuinguir o modelo, nunca se importou em saber.Um homem abriu a porta, usava uma calça jeans preta, uma camisa sem estampas banca e um tênis. Tinha cabelos loiros e era levemente mais auto que ela. Em seus braços, alguma coisa que mais parecia uma luva vermelho sangue chamava muita atenção.
Lilith – Oi meu amor a quant...
Alex – Entra no carro aqui não é seguro...
Ele nem mesmo a olhou nos olhos. Pegou as malas e enfiou de qualquer jeito no carro e a esperou. Ela entrou e sem colocar o sinto, abaixou a cabeça se segurando para não chorar.Seu irmão arrancou bruscamente com o carro.
Lilith – Sabe, eu vim de muito longe. – Após minutos reunindo coragem para falar.
Alex – Eu sei que veio. Mas não devia. E você sabe por que.
Lilith – Eu soube que você está com problemas. Eu vim para ajudar...
Alex – Eu sei me virar muito bem sozinho. Você é minha irmã e a única coisa que eu quero é a sua segurança.
O carro começou a diminuir a velocidade, ele virou bem no meio de uma quadra, parando a frente de um gigantesco portão de aço. Abriu o vidro e tocou o interfone,varias câmeras se viraram para o carro mostrando um sistema de segurança infalível.Uma voz masculina atendeu.
Interfone – Sim?
Alex – Sou eu.
Após um rangido extremamente irritante, o portão se abriu por completo. Era enorme, somente o caminho para chegar a entrada da casa parecia ter pelo menos cem metros. Logo da porta principal, uma enorme peça de madeira e aço com entalhes extremamente detalhados. Mostrava algumas figuras um tanto quanto grotescas.
Alex – Deixe as malas ai... alguém as levará até seu quarto.
Lilith – Alex por favor... vamos conversar...
Ele não disse nada. Começou a subir as escadas em passos lentos e sua irmã o seguiu. Após algum tempo andando, chegaram a uma exuberante suíte. Uma enorme cama de casal ficava bem no centro do quarto, nas extremidades do quarto era possível ver escritas em uma língua estranha. Só conseguia ler as palavras: Proteção, Saúde, Força.
Em um canto mais remoto do quarto, um suporte negro segurava uma espada Katana que possuía uma longa bainha azul marinho.
Alex – O que você quer conversar ?
Lilith – Eu... eu... quero pedir descul...
Alex – Já foi feito não é? Não adianta mais...
Lilith – Eu soube que você tem passado problemas com Anjos por aqui e que quase foi morto...
Alex – ISSO NÃO TE INTERESSA MULHER! EU JÁ FALEI!
Lilith – Eu... – Seus olhos se encheram de lagrimas.
Lilith – Você se lembra de tudo o que passamos, JUNTOS! – Disse aos berros.
Lilith – Como irmãos... como...
Alex – Isso é passado... e é lá que ele deve ficar. Nada aconteceu entre nós, e nada vai acontecer. È assim que nosso irmão iria querer, que continuássemos o seu legado como uma família.
Ela o ignorou completamente, agarrou-o pelo pescoço e o beijou na boca com toda a força que tinha.
TO BE CONTINUE
Peço desculpas pelos erros de gramatica hehe! ^^'
e agradeço tmb a todos que estão dando apoio ao blog \o
Agradeceria tambem, se após ler cada parte o povo fizer 1 comentario do q achou \o/
Meio sem sal... mas fica ai a ideia! WTF vai acontecer dps? xD
ResponderExcluirIncest!!!
ResponderExcluirTalvez a fragmentação de contos não seja pra mim, sou muito curiosa e controladora.
No aguardo por mais..
Sem problemas os erros de gramatica :D
ResponderExcluiraouishoaiushaoishuas.!!
O que acontecerá?? eis q questão o.O' kkkk'
Muito Boa a história x)
Legalzin a História :D
ResponderExcluireu ja sei noq vai acaba essa historia *_*, mais dexemos o mateus incrementar mais, ele é bom nisso ^^.
ResponderExcluirTa massa dmais velho
muito bom cara, mas poderia deixar mais suspense de um capitulo para outro, como uma frase inacabada ou alguma ação por ser feita, tu entende =]
ResponderExcluircalmaaaa meu amigo calma.... é q assim, esse na verdade nao é o capitulo inteiro... eu dividi o cap 1 em 2 partes pq se nao o post ia ficar mtu grande... mas eu garanto q a segunda parte vai deixar um pouco mais de suspense ^^
ResponderExcluirDesculpa a demora aew
ResponderExcluircara ta massa, a narrativa ta boa e os dialogos tbm
só mantem o ritmo e aumenta mais o suspense e talz
mas ta ficando bom
*curioso*
Ta legalzin
ResponderExcluirConforme eu tinha dito no irc, incrementa mais reflexões entre os dialogos, colocar mais gestos, mesmo que sutis e suas reações a estes, tornando assim um pequeno trecho de conversa com mais significados.